Os ventos continuam a soprar em favor das usinas. E quem afirma é o sócio da MB Agro e uma das maiores autoridades quando o assunto envolve a saúde financeira das usinas, Alexandre Figliolino.
O executivo havia anunciado, no início do mês, que a dívida do setor chegava a US$ 150 por tonelada de cana, atingindo R$ 93 bilhões. Um aumento de 15% de uma safra para a outra. Alta do dólar, dos juros e fluxo de caixa negativo em grande parte do setor foram citados como as principais causas do endividamento.
A dívida ainda deve continuar alta para a próxima safra, mas o prognóstico para a safra 2016/17 é acalentador, com ressalvas.
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