As usinas vendem, os postos compram e o consumidor enche o tanque com etanol. Mas 12% do biocombustível que abasteceu todos os carros da frota flex do Brasil no ano passado foi irregular ou informal. Isso quer dizer que, oficialmente, o biocombustível saiu da usina, mas nunca chegou ao consumidor nacional. E a conta considera o volume que foi exportado e o hidratado que não virou combustível.
Do mero atraso de informações à ANP até a organização de esquemas fraudulentos, a existência de práticas irregulares relacionadas à comercialização de etanol hidratado é conhecida dos agentes do setor e, além de desequilibrar as condições de concorrência do mercado, acarreta perdas fiscais aos cofres públicos.
Interessante notar que, apesar da participação ativa das usinas não ser considerada um componente relevante para o mercado informal, os estados apontados como de maior ocorrência de irregularidades, em boa parte, correspondem às principais áreas produtoras de etanol.
Veja a seguir:
- As práticas mais prováveis de sonegação
- A evolução do mercado informal ao longo dos últimos 12 anos
- Os estados onde o mercado informal é maior
- As medidas que devem reduzir as práticas irregulares
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
VEJA COMO É FÁCIL E RÁPIDO ASSINAR