A primeira semana de negociação dos créditos de descarbonização (CBios) na B3 não foi a das mais agitadas. No período, foi registrada a emissão de 114.144 títulos
A primeira semana de negociação dos créditos de descarbonização (CBios) na B3 não foi a das mais agitadas. No período, foi registrada a emissão de 114.144 títulos por meio de três operações. Na segunda-feira (4) – abertura da segunda semana – outros 287.069 títulos foram emitidos em 22 operações, totalizando 401.230 CBios em estoque.
Porém, até o momento, nenhum CBio chegou a trocar de mãos. Com isso, o mercado ainda não tem qualquer sinalização dos preços destes ativos.
A primeira semana de negociação dos créditos de descarbonização (CBios) na B3 não foi a das mais agitadas. No período, foi registrada a emissão de 114.144 títulos por meio de três operações. Na segunda-feira (4) – abertura da segunda semana – outros 287.069 títulos foram emitidos em 22 operações, totalizando 401.230 CBios em estoque.
Porém, até o momento, nenhum CBio chegou a trocar de mãos. Com isso, o mercado ainda não tem qualquer sinalização dos preços destes ativos.
Atualmente, o Ministério de Minas e Energia (MME) trabalha com a projeção de que cada CBio – que representa uma tonelada de gás carbônico cuja emissão foi evitada pela substituição de combustíveis fósseis para biocombustíveis – será negociado por cerca de US$ 10 (R$ 55,30).
Dessa forma, a meta de 28,7 milhões de CBios poderia levar a uma movimentação financeira de aproximadamente R$ 1,59 bilhão. Este valor, contudo, deverá ser menor. O MME já confirmou que pretende reduzir a meta de descarbonização para amenizar os impactos da crise do coronavírus sobre as distribuidoras.
Fábio Rodrigues – NovaCana