A recuperação dos canaviais veio em 2022/23 a partir da melhora das condições climáticas. Porém, o período não foi de grande destaque nas finanças das sucroenergéticas; ao menos considerando os grupos analisados pelo Pecege Consultoria e Projetos.
A companhia observou os indicadores econômico-financeiros do setor sucroenergético durante a temporada 2022/23 a partir de demonstrações financeiras de 77 grupos, somando 135 unidades agroindustriais. Estas empresas foram responsáveis pela moagem de 328 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, ou 54% do volume nacional, segundo dados apresentados pela analista Beatriz Ferreira durante uma edição do Expedição Custos Cana.
Segundo um relatório do Pecege sobre o mesmo tema, o estudo agregou números de exercícios sociais com fechamento em dezembro de 2022 e março de 2023, respeitando o ano civil e o ano-safra, respectivamente. “Foram compilados os dados para chegar em uma amostra compatível e representativa tanto do Centro-Sul quanto do Norte-Nordeste”, completou Ferreira.
As demonstrações contábeis também foram padronizadas, pois a intenção era apresentar uma visão do consolidado do setor, composta pela agregação de todas as usinas da amostra.
Além disso, o Pecege esclareceu que os indicadores da safra 2021/22 foram recalculados para contemplar a mesma amostra. Segundo Ferreira, a Raízen não participou da composição consolidada por ter operações extensas em distribuição e trading.
Confira na versão completa, disponível apenas para os assinantes do NovaCana, gráficos e análises sobre:
- Geração de caixa
- Desempenho das usinas
- Estrutura de capital
- Alavancagem
- Liquidez
- Desempenho médio dos grupos
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