IAC busca auxiliar produtores com programa focado em verificar as necessidades, determinar a amostra da praga no canavial e realizar o controle em si
O controle de pragas é uma pedra na botina dos produtores agrícolas – no setor canavieiro, isso não seria diferente. Ainda que a evolução de defensivos biológicos e químicos jogue a favor, o aumento da população e até a diversificação das pragas é um desafio para quem trabalha com a cultura.
A pesquisadora Leila Dinardo, do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), destaca que não existe uma única praga mais relevante para a cultura de cana, pois isso depende de variáveis como localização, andamento da safra, ferramentas usadas pelo produtor, entre outros fatores. “Tem algumas regiões em que o problema de broca é bem menor do que o de sphenophorus, por exemplo”, detalhou durante evento em Ribeirão Preto (SP).
Além disso a necessidade ou não do controle também é variável. Para chegar a uma conclusão, ela destaca três etapas principais trazidas por um projeto do IAC focado no manejo integrado de pragas: verificar as necessidades, determinar a amostra da praga no canavial e realizar o controle em si.
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