O ano de 2020 foi marcado pelo início da pandemia de covid-19, um vírus desconhecido e que, de forma quase literal, parou o mundo. Isolamento social, quarentena, alta de casos a cada dia. A economia sentiu fortemente o impacto das medidas de restrição, afinal, muitas empresas tiveram que parar suas atividades, repensar processos e se reinventar em um período tão inconstante.
Mesmo em meio à uma crise sanitária mundial, as maiores companhias brasileiras faturaram R$ 3,6 trilhões – descontando a inflação, este valor representa um crescimento de quase 4,5% ante os valores de 2019. Já o lucro acumulado chegou a R$ 208 bilhões.
Estes números fazem parte de um levantamento da revista Exame feito em parceria com o Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec). Juntos, eles olharam para os resultados de 626 empresas nacionais, divididas em 18 categorias.
A publicação considerou companhias de capital aberto ou com dados públicos em fontes como os Diários Oficiais dos estados, a bolsa de valores brasileira (B3) e também a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Desta forma, o setor sucroenergético não passou batido pela publicação, contando com 21 representantes. No ranking por faturamento, elas aparecem entre a 7ª e a 495ª posição.
Saiba mais no texto completo (exclusivo para assinantes):
- Posição das sucroenergéticas entre as maiores empresas do país
- Resultados de 2020: receita, lucro líquido, patrimônio líquido e ativo total
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