As cotações do milho seguem em queda na maioria das regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq-USP, sobretudo nas do Centro-Oeste, onde a oferta de segunda safra está maior, devido à intensificação da colheita.
“Além disso, estimativas divulgadas na última semana apontando reajustes positivos na produção também influenciaram as desvalorizações internas”, afirmam os pesquisadores, em nota.
Mas, mesmo com as baixas de preços, os pesquisadores do Cepea explicam que os compradores estão afastados do mercado à vista nacional, à espera de recuos maiores. Já os vendedores se mostram mais ativos no mercado.
Ainda segundo pesquisadores do Cepea, o clima segue no radar de agricultores brasileiros, com chuvas limitando o avanço da colheita em partes do Sul e Sudeste, e o tempo seco podendo reduzir a produtividade no Centro-Oeste.
Em contrapartida, em 12 de julho, o Indicador Esalq/BM&FBovespa fechou a R$ 56,11 por saca de 60 quilos, alta de 1,1% ante o encerramento da semana anterior (R$ 56,11 por saca).
Com informações adicionais NovaCana