Depois de uma temporada com lucro recorde, o resultado líquido da Zilor caiu pela metade em 2022/23. No período, foram contabilizados R$ 350,82 milhões, uma retração de 50,7% em relação aos R$ 711,41 milhões da safra anterior, maior montante visto na série histórica, iniciada em 2015.
Os dados divulgados pela própria companhia abrangem suas três usinas – Barra Grande, Quatá e São José, todas localizadas em São Paulo – e a empresa de biotecnologia do grupo, a Biorigin.
Por outro lado, a companhia conseguiu aumentar em 7% o volume de cana moída entre as duas temporadas, saindo de uma moagem de 9,86 milhões de toneladas para 10,55 milhões de toneladas.
Ainda de acordo com o relatório de resultados, houve uma expressiva alta de produtividade na região de Quatá (SP). Segundo a empresa, isso ocorreu por conta de investimentos e mudanças em processos que foram implantadas nos últimos anos.
A Zilor também aproveitou o bom momento do mercado de açúcar, tendo voltado o seu mix para a produção do adoçante, que representou 35% do seu faturamento no período, alta de 5 pontos percentuais ante a safra anterior. O etanol, por outro lado, sofreu uma retração de 5 pontos na fatia, para 40%.
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