Embora tenha iniciado sua história com números negativos, a Viterra Bionergia (antiga Glencane) reverteu o quadro nas últimas temporadas. Em 2023, a sucroenergética contabilizou um lucro líquido de R$ 326,52 milhões – o valor marca o terceiro resultado consecutivo no azul, mas também é uma redução de 13,5% ante o recorde visto em 2022, de R$ 377,29 milhões.
Os números foram divulgados pela própria companhia no jornal Folha de São Paulo. Atualmente, a Viterra Bioenergia controla duas usinas, localizadas em Junqueirópolis (SP) e Guararapes (SP).
A sucroenergética é uma subsidiária da Viterra, adquirida pela Bunge em junho de 2023 por meio de um acordo de cerca de US$ 8,2 bilhões. A fusão já foi aprovada no Brasil, mas ainda aguarda a resposta de autoridades internacionais.
Conforme parecer do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) datado de maio de 2024, a participação de mercado das duas companhias juntas é inferior a 20% em diversos segmentos, incluindo exportação de açúcar, comercialização doméstica de etanol, exportação de etanol e geração de energia elétrica.
Um mês depois da publicação desse documento, a BP anunciou que comprou a participação da Bunge na joint venture que as duas empresas têm no setor sucroenergético brasileiro. O movimento marcaria a saída da Bunge do segmento – mas o retorno pode acontecer em breve, com a incorporação da Viterra Bioenergia.
Para saber mais sobre os resultados da Viterra Bioenergia em 2023, acesse o texto completo (exclusivo para assinantes).
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