Depois de ver uma retração de 7,9% na moagem em 2024/25, a Da Mata alcançou um recorde no processamento de cana-de-açúcar na safra mais recente, com 4,4 milhões de toneladas – avanço anual de 11,1%. Segundo a companhia, 83% deste volume é referente a lavouras próprias e parcerias.
A sucroenergética ainda relata que plantou 12,04 mil hectares em 2025, incluindo 1,54 mil ha de expansão e que, para 2026, projeta o cultivo de 10,91 mil ha, sendo 1,09 mil ha de ampliação. O objetivo é atingir 5,2 milhões de toneladas de cana por safra.
“Também se consolidaram os investimentos realizados em irrigação, fertirrigação, renovação e expansão agrícola, bem como na ampliação da fábrica de açúcar e implantação de novo armazém”, celebra a empresa, em sua divulgação de resultados.
A perspectiva é que os aportes continuem, já que a companhia pretende emitir R$ 125 milhões em debêntures incentivadas. Neste caso, os recursos devem ser destinados para a áreas consideradas prioritárias pelo governo nacional, como a produção de matéria-prima para biocombustíveis.
Os resultados e a ata da reunião foram divulgados pela Da Mata no jornal Gazeta de São Paulo. Atualmente, a companhia possui uma única usina, localizada em Valparaíso (SP).
Leia mais no texto completo (acesso exclusivo para assinantes NovaCana):
- Detalhes sobre as debêntures
- Histórico de resultados
- Relação entre receitas e custos
- Desempenho operacional
- Resultado financeiro
- Perfil da dívida
- Resultados em relação à moagem
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
VEJA COMO É FÁCIL E RÁPIDO ASSINAR