A sucroenergética Jalles Machado está no caminho de captar até R$ 81 milhões, através de uma nova distribuição pública. Sua segunda oferta de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) será feita no valor original de R$ 60 milhões, podendo ser elevada em mais R$ 21 milhões.
Com duas usinas de cana-de-açúcar em Goiás, a Jalles já havia realizado, no ano passado, uma emissão de R$ 41,5 milhões por meio de CRA. Juntas as unidades Matriz e Otávio Lage têm uma capacidade de moagem de 4,3 milhões de toneladas de cana-de-açúcar.
A operação da companhia goiana deixa para trás concorrentes importantes como São Martinho, Tonon, Biosev, Cosan e Tereos. Em uma sequência de seis gráficos, a Jalles Machado mostra como se posiciona à frente de outros grupos do setor sucroenergético em termos de cana própria, capacidade industrial utilizada, exportação de energia por tonelada de cana, produtividade, mecanização e margem Ebitda.
A seguir, os detalhes sobre a captação e também:
- a evolução da produção da Jalles nas últimas cinco safras: moagem, açúcar, etanol e energia elétrica;
- o mix de vendas dos últimos 12 meses;
- quem são os principais clientes do grupo;
- o perfil de dívidas;
- a comparação com cinco concorrentes do setor em seis indicadores.
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