A Jalles, que controla três usinas sucroenergéticas, encerrou o primeiro trimestre da safra 2025/26 com aumento expressivo de receita. Entretanto, pressionada por custos maiores e pela queda na moagem, a sucroenergética teve prejuízo líquido de R$ 14 milhões, ampliando em 483,3% as perdas de R$ 2,4 milhões obtidas um ano antes.
A receita operacional bruta somou R$ 574,5 milhões, avanço de 23,2% sobre igual período da safra passada. A alta foi puxada pelas exportações, que subiram 169,6% e alcançaram R$ 137 milhões, impulsionadas pelas vendas de açúcar VHP (R$ 40,2 milhões) e de açúcar orgânico (R$ 96,7 milhões).
No mercado interno, a receita bruta cresceu 5,3%, para R$ 437,6 milhões, com destaque para o etanol (R$ 249,8 milhões) e o açúcar (R$ 133,4 milhões).
Apesar da melhora no faturamento, o custo dos produtos vendidos subiu 36,5%, para R$ 421 milhões, e a variação no valor do ativo biológico (cana em pé) foi negativa em R$ 187,2 milhões, contra um ganho de R$ 78,3 milhões no mesmo período de 2024/25. Com isso, o lucro bruto trimestral da Jalles ficou negativo em R$ 103,1 milhões.
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