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Investimentos em usinas de etanol de milho ainda são atraentes, mas já demandam cautela

Especialistas do setor financeiro observam os riscos para novos empreendimentos, considerando um cenário que vai além da oferta e demanda pelo biocombustível

NovaCana 6 min de leitura

Embora os investimentos em novas usinas de cana-de-açúcar sejam raros há alguns anos, o setor de etanol registrou um aumento de capacidade recente graças às destilarias que utilizam o milho como matéria-prima. No acumulado da safra 2024/25 até 16 de outubro, a produção com o grão atingiu 4,13 bilhões de litros, alta de 27,4% na comparação anual. Em toda a temporada 2023/24, por sua vez, a elevação foi de 41,4% ante 2022/23, para 6,26 bilhões de litros.

Além disso, novos empreendimentos seguem sendo anunciados. Conforme levantamento publicado pelo NovaCana em setembro, 12 unidades de etanol de milho em construção e quatro em ampliação estavam sob acompanhamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Projetos ainda em seus estágios iniciais, entretanto, não precisam de aval de reguladora.

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