Nos últimos anos as usinas passaram a ter um perfil mais exportador de energia elétrica, ganharam eficiência na geração e ampliaram sua presença no mercado. Mas, mesmo assim, o resultado de políticas inconsistentes se refletiu no total de investimentos feitos em bioeletricidade. Nos últimos seis anos nunca se investiu tão pouco em geração de energia do bagaço de cana no Brasil com o apoio do BNDES.
Veja a seguir os gráficos com a evolução dos investimentos, da exportação e autoconsumo de energia e outros indicadores da bioeletricidade do bagaço de cana.
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