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Investimento em usinas de açúcar e etanol rende menos do que a Selic, aponta BTG

Em palestra realizada na Conferência NovaCana 2024, analista do banco traz panorama para custos de produção e preços dos produtos sucroenergéticos

NovaCana 9 min de leitura

“Anos complexos”. É assim que o analista de equity do BTG Pactual, Thiago Duarte, define o cenário vivido desde 2022 pelo setor sucroenergético. Em palestra realizada durante a Conferência NovaCana 2024, ele afirma que, desde um pouco antes das eleições presidenciais, as usinas encaram um momento delicado quanto ao preço do etanol, marcado pelas mudanças na precificação dos combustíveis fósseis.

“O ano passado foi muito duro para as commodities em geral. Não foi muito diferente para o açúcar, em particular no final do ano, e para o etanol ao longo do ano inteiro”, resume e segue: “Esse ano, o [preço do] etanol melhorou um pouquinho, mas o açúcar continua baixo em relação ao que estava no ano passado”.

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