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Inpi publica mapeamento de pedidos de patente sobre biocombustíveis

Levantamento consolidou informações sobre 47 pedidos de patente depositados ao longo dos últimos dez anos

NovaCana 2 min de leitura

O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) acaba de publicar um documento no qual mapeia os pedidos de patentes relacionadas à produção de biocombustíveis que foram depositados no órgão ao longo dos dez últimos anos.

O levantamento focou nas tecnologias voltadas a etanol, biodiesel, biogás e biocombustíveis sólidos e outras que foram desenvolvidas entre 2010 e 2019.

Dentro do período pesquisado, o trabalho identificou 475 pedidos de patente com foco em biocombustíveis dentro de um universo total de 62.731 depósitos – 0,7% do total. O biodiesel lidera com 164 depósitos seguido pelo etanol com 158.

O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) acaba de publicar um documento no qual mapeia os pedidos de patentes relacionadas à produção de biocombustíveis que foram depositados no órgão ao longo dos dez últimos anos.

O levantamento focou nas tecnologias voltadas a etanol, biodiesel, biogás e biocombustíveis sólidos e outras que foram desenvolvidas entre 2010 e 2019.

Dentro do período pesquisado, o trabalho identificou 475 pedidos de patente com foco em biocombustíveis dentro de um universo total de 62.731 depósitos – 0,7% do total. O biodiesel lidera com 164 depósitos seguido pelo etanol com 158.

Nos últimos dois anos, contudo, houve uma aceleração no interesse por pesquisas ligadas a biogás, com 26 pedidos depositados. Isso fez com que a fonte encerrasse em terceiro lugar, totalizando 119 patentes.

Embora o ano mais movimentado tenha sido 2011, com 61 patentes depositadas, ele foi seguido de uma perceptível redução no interesse pelo campo. Depois de 2014, a comunidade científica brasileira retomou a pesquisa na área de biocombustíveis com mais afinco. Em 2019, foram depositadas 45 patentes.

A Petrobras foi a maior pesquisadora da área, com 33 pedidos de patente, seguida pela Universidade de Campinas (Unicamp) e pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com 20 pedidos cada uma. São Paulo foi o principal ponto de origem das aplicações, com 155.

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Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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