Ao mesmo tempo em que previsões da MME consideram que haverá uma carência de combustíveis do Ciclo Otto em menos de uma década, o crescente desenvolvimento de veículos elétricos começa a preocupar os investidores em etanol. Por outro lado, metas de redução de emissão de poluentes, abrem novos mercados para empresas sucroenergéticas brasileiras.
Nesse sentido, a indústria automotiva pode atuar como importante aliada – ou antagonista – dos produtores de etanol. Conhecer as perspectivas dessa indústria sobre o que pode ser feito em prol do biocombustível de cana pode orientar a visão de futuro do setor de cana.
No ano passado, a principal entidade do setor canavieiro inclui em sua agenda prioritária o pleito pelo aumento da eficiência dos motores flex no uso do etanol. Uma luta que não se anunciava como das mais fáceis.
O assunto voltou ao debate público em setembro, com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que sediou a segunda edição do Seminário Internacional sobre Uso Eficiente do Etanol, organizado pelo Instituto Nacional de Eficiência Energética (Inee).
O evento, que aconteceu no Rio de Janeiro (RJ) nos dias 17 e 18 de setembro, evidenciou a perspectiva de importantes representantes da indústria automotiva e de suprimentos sobre o futuro das tecnologias veiculares para o etanol. O portal novaCana apresenta abaixo a visão de diversos profissionais envolvidos com o futuro dos motores e as diferentes visões sobre o espaço do etanol.
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