De acordo com o consultor Álvaro Sanguino, companhias precisam ir aos canaviais, coletar amostras dentro de prática recomendadas e fazer análises: “A doença do ano que vem está começando hoje”
Encontrar colmos e perfilhos mortos, murchamentos, vermelhidão e até mesmo apodrecimento faz parte da realidade de quem cultiva cana-de-açúcar, ainda que não seja um cenário desejado. E é importante estar preparado para tomar as decisões corretas no enfrentamento do problema.
Um dos primeiros passos é o diagnóstico. “Murchar é um sintoma. A cana murcha por diversos fatores”, ressalta o coordenador de desenvolvimento de produto do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), Jardélcio Carvalho, durante transmissão on-line organizada pela companhia para o lançamento de um guia de identificação da murcha da cana.
Assim, ele destaca a necessidade de diferenciar o murchamento causado pelo fungo colletotrichum de outras doenças e pragas que atacam os canaviais. “O setor já convive bastante com o colletotrichum. Fizemos um trabalho em que conseguimos isolar esse patógeno e fechar um postulado para caracterizar esses sintomas”, reforça, referindo-se à descoberta apresentada em setembro de 2025.
Conteúdo exclusivo para assinantes
Assine o NovaCana para ter acesso completo a todas as notícias, análises e relatórios do setor.
Assine agoraJá é assinante? Entrar