A lista de selecionadas pelo Plano de Apoio à Inovação Tecnológica Agrícola do Setor Sucroenergético (PAISS Agrícola) revela quais são as empresas mais ávidas por tecnologia e arrojadas o suficiente para fazer apostas de médio e longo prazo em um período de urgências para o setor sucroenergético.
Sete grupos relacionadas à produção de etanol estão entre as 29 empresas que tiveram 35 planos de negócio selecionados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para receberem os R$ 1,9 bilhão de recursos (leia mais aqui).
Entre as inovadoras estão as tradicionais Raízen, Odebrecht Agroindustrial, São Martinho, Renuka, Álcool Química Canabrava e o CTC, cada empresa com apostas diferentes para o futuro da cana-de-açúcar e da produção de etanol.
A líder em apostas ousadas, GranBio, que ainda não inaugurou sua primeira usina, tem quatro diferentes focos de interesse para estabelecer novos paradigmas para o etanol brasileiro.
Veja a seguir quais são as apostas de cada uma das companhias contempladas pelo PAISS Agrícola.
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