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Grupo Clealco estima precisar de 60 novos operadores de colhedoras até 2015


Agência Udop de Notícias - Publicado: 28 Jan 2013 - 11:41
As usinas paulistas de açúcar e etanol correm atrás de mão de obra especializada, que se tornou rara principalmente no estado de São Paulo, maior produtor de cana-de-açúcar do Brasil. Essa deficiência profissional ficou ainda mais evidente com o advento da mecanização da colheita da cana. Em entrevista para a TV UDOP, o coordenador de Recursos Humanos do Grupo Clealco, Rodrigo de Ávila Mariano, fala sobre os programas e projetos de qualificação profissional do Grupo para suprir essa deficiência.

"A empresa enxerga uma necessidade de ampliação no quadro de mecanização agrícola. Estimamos precisar de 60 novos operadores de colhedoras até 2015. Por conta dessa ampliação, existe a necessidade de tratoristas, líderes e também mecânicos para assistência desses equipamentos", explica.

Segundo o coordenador, o tempo médio para formação de um operador básico de colhedora, entre aulas teóricas e práticas, é de 320 horas. "Daqui dois anos teremos essa mão de obra preparada, por isso é fundamental iniciar esse processo agora", diz.

A Clealco oferece cursos em parceria com o Centro Paula Souza e o governo do Estado de São Paulo, através do programa Via Rápida Emprego. Só neste ano serão capacitados através deste programa mais de 240 colaboradores. "Em parceria com o Paula Souza, estamos oferecendo cursos de operador de colhedora, operador de máquina agrícola e mecânico. A empresa oferece também vários outros cursos para atender às necessidades", ressalta.

Só no ano passado, a Clealco qualificou cerca de 950 pessoas. "Está no DNA da empresa essa formação de pessoas, esse desenvolvimento de pessoas", finaliza Rodrigo de Ávila Mariano.

Clique aqui e assista a entrevista com o coordenador de Recursos Humanos da Clealco, Rodrigo de Ávila Mariano, para a TV UDOP.

Greizi Ciotta Andrade