Há alguns anos o governo brasileiro resolveu tirar o atraso e mobilizou o BNDES e a Finep para incentivar o desenvolvimento do etanol de segunda geração no Brasil. O esforço do governo, no entanto, está deixando de lado questões importantes que estão atrapalhando o desenvolvimento desse novo combustível.
As informações dos problemas partem de ninguém menos que a GranBio, a pioneira na produção de etanol celulósico no Brasil, em evento acompanhado por poucas pessoas promovido pelo Grupo de Economia da Energia (GEE) da UFRJ. "Não estamos esperando subsídio do governo, nossos projetos são competitivos sem a necessidade de subsídio. O que esperamos é ter no Brasil um ambiente amigável a este tipo de inovação porque hoje enfrentamos situações bem complicadas", afirmou o vice-presidente executivo da GranBio, Alan Hiltner.
Conheça a seguir quais são as "situações complicadas" enfrentadas pela GranBio e como elas estão limitando o desenvolvimento do etanol celulósico no Brasil.
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