A GranBio inaugurou a operação de sua primeira usina de etanol de segunda geração há apenas dois meses, mas já está a caminho de obter a licença comercial para o uso de uma nova levedura geneticamente modificada. Desta vez o microrganismo foi desenvolvido pela própria companhia e será a primeira levedura transgênica brasileira.
Em julho deste ano a empresa já havia depositado um pedido de registro de patente de sua primeira levedura transgênica, mas os detalhes só ficaram conhecidos há poucos dias.
O uso de microrganismos mais eficientes e baratos para a fabricação do etanol celulósico é um elemento estratégico para a competitividade do negócio. A usina da GranBio leva cinco dias para produzir o biocombustível a partir da palha da cana. São 72 horas apenas na fermentação, que atualmente emprega as leveduras fornecidas pela holandesa DSM.
Veja os detalhes a seguir.
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