A GranBio quer provar que o processo escolhido para transformar celulose em açúcar é eficiente e seu etanol é economicamente viável, mas acredita que a aposta na biotecnologia renderá outros frutos. "Etanol é o começo da conversa, é a prova de conceito de que a hidrólise funciona, de que a quebra da celulose nas moléculas de açúcar dá certo", afirmou o vice-presidente executivo da GranBio, Alan Hiltner, durante o Seminário GEE - Desafios da Energia no Brasil, evento promovido pelo Grupo de Economia da Energia (GEE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro na semana passada.
Hiltner falou sobre diversos assuntos no evento, entre eles:
- Críticas às empresas norte-americanas que "prometeram muita coisa antes da hora"
- A operação da empresa que permite adquirir uma tonelada de matéria-prima por apenas US$ 25
- Com enzimas competitivas, pré-tratamentos relativamente maduros e leveduras mais rápidas na fermentação dos açúcares celulósicos, a indústria ainda não consegue ser competitiva
- A relação entre as políticas de energia e a biotecnologia
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