A Volvo planeja se dedicar apenas a carros elétricos e híbridos dentro de três anos, a França quer o fim da venda de carros a gasolina e diesel até 2040 e a Bloomberg New Energy Finance aposta que elétricos serão mais baratos que carros a gasolina em 10 anos. Enquanto isso, o governo brasileiro acredita que as mudanças na frota nacional serão lentas e que a demanda por etanol deve crescer mais de 50% ao longo dos próximos 10 anos.
Isso não quer dizer o governo não está enxergando o potencial do elétrico, pelo contrário. A sinalização é que esse novo motor vai dominar, mas não antes de 2026.
De acordo com relatório do governo, ainda que exista um “movimento global para a adoção de novas tecnologias veiculares”, as transições energéticas são processos usualmente lentos. Assim, a projeção é que veículos híbridos tenham uma participação que não será relevante em 2026. Os detalhes da visão estão apresentados na reportagem a seguir.
E mais:
- Argumentos apresentados pelo governo para justificar a projeção
- Impacto do valor cobrado pelos veículos elétricos
- Uma opção temporária para o mercado nacional: o carro híbrido flex fuel
- A mobilidade como um serviço
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