Os contratos futuros de milho negociados nos Estados Unidos encerraram a sessão um pouco mais baixos nesta terça-feira, 29, com perdas de, aproximadamente, 1,75 centavo de dólar.
Especificamente, o contrato com vencimento em dezembro de 2022 caiu 3 centavos de dólar conforme as entregas se aproximam. Ele encerrou a sessão a US$ 6,6575 por bushel, queda de 0,45%.
Já o contrato março foi negociado a US$ 6,695 por bushel, retração de 0,26%.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projetou a safra brasileira de milho 2022/23 em 126 milhões de toneladas, um aumento de 10 milhões de toneladas comparação anual.
Na bolsa B3, a retração foi mais acentuada. Os futuros de milho para janeiro de 2023 caíram 1,94%, para R$ 88,50 por saca de 60 quilos, enquanto o contrato para março teve queda de 1,7%, sendo negociado a R$ 91,87 por saca.
Além disso, estimativas para os dados de produção do Canadá apontam para um volume de 14,8 milhões de toneladas. A estimativa anterior, divulgada em setembro, era de 14,9 milhões de toneladas.
Já a agência APK-Inform espera que a safra de milho ucraniana 2022/23 seja de 27,9 milhões de toneladas. O Ministério da Agricultura da Ucrânia informou que os embarques de milho atingiram 9,1 milhões de toneladas desde julho, um aumento de 66% em relação ao ritmo do ano passado.
Por fim, a Comissão da União Europeia reduziu sua previsão de produção de milho em 1,6 milhões de toneladas, para 53,3 milhões de toneladas, citando a seca do verão. Isso aumentou as necessidades de importação do bloco em 1 milhão de toneladas para 2023.
Alan Brugler
Com tradução e informações adicionais NovaCana