O mercado de milho encerrou a sessão desta terça-feira, 5, perto de máximas na Bolsa de Chicago (CBOT), com ganhos de 2,5 a 5 centavos de dólar nos contratos mais próximos. O contrato que vence em março de 2024 subiu 5 centavos, ou 1,79%, para US$ 4,905 por bushel.
Enquanto aguardam os relatórios de vendas e produção agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previstos para sexta-feira, os traders acreditam em uma mudança pequena no cenário. Eles estimam um mercado de milho mais apertado em 2,8 mil bushels nos EUA e em 1,6 milhão de toneladas no panorama mundial.
A sul-coreana KFA anunciou que está buscando a aquisição de 68 mil toneladas de milho para ração por meio de licitação.
No Brasil, a SLC Agrícola informou que sua área de milho de inverno ficará 7,5% abaixo da estimativa anterior, dadas as dificuldades com a safra de soja.
Além disso, a corretora StoneX calcula a produção de milho da primeira safra do Brasil em 26,45 milhões de toneladas (ante 26,77 milhões de toneladas anteriormente). Já a produção de segunda safra foi projetada em 97,33 milhões de toneladas (abaixo das 98,96 milhões de toneladas esperadas anteriormente).
Com isso, a bolsa brasileira B3 viu elevações. Os futuros de milho para janeiro subiram 1,22%, para R$ 70,79 por saca de 60 quilos, enquanto o contrato para março teve alta de 1,14%, indo a R$ 74,58 por saca.
Alan Brugler
Com tradução e informações adicionais NovaCana