Os contratos futuros de milho começaram uma nova semana de negociações na Bolsa de Chicago (CBOT) com um movimento ligeiramente misto, terminando com um ganho de US$ 0,75 para o contrato que vence em março de 2024 – para US$ 4,855 por bushel –, mas uma perda de US$ 0,75 referente a setembro.
O sistema de relatórios diários registrou uma venda privada de 267,04 mil toneladas de milho para o México.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que 1,16 milhão de toneladas de milho foram embarcadas durante a semana encerrada em 30 de novembro. O montante representa um aumento significativo em relação às 409 mil toneladas da semana anterior e ficou 324 mil toneladas acima da mesma semana do ano passado.
O USDA listou México, China e Colômbia como os principais destinos. Depois de revisar os relatórios anteriores para cima, o total de exportações para a temporada foi de até 8,25 milhões de toneladas, aumento de 26,7% em relação a 2022.
As estimativas dos relatórios de exportação e de produção agrícola divulgados na sexta-feira, 1º, mostram uma estimativa de desempenho mais apertado para os EUA e o mundo. A projeção para a Argentina é de uma queda de 300 mil toneladas na produção; para o Brasil, a retração é estimada em 1,8 milhões de toneladas.
A consultoria StoneX calcula a produção de milho da primeira safra do Brasil em 26,45 milhões de toneladas (ante 26,77 milhões de toneladas previstas anteriormente). Já a produção da segunda safra foi estimada em 97,33 milhões de toneladas (frente a 98,96 milhões de toneladas).
Ainda assim, a bolsa brasileira B3 segue registrando um movimento misto. Os futuros de milho para janeiro subiram 0,07%, para R$ 69,94 por saca de 60 quilos, enquanto o contrato para março teve alta de 0,19%, indo a R$ 73,74 por saca.
Alan Brugler
Com tradução e informações adicionais NovaCana