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FS inicia a construção de quarta usina em Mato Grosso com investimento de R$ 2 bilhões


FS - Publicado: 24 Jul 2025 - 14:38 | Atualizado: 25 Jul 2025 - 08:28
FS inicia a construção de quarta usina em Mato Grosso com investimento de R$ 2 bilhões

De acordo com a companhia, obras em Campo Novo do Parecis serão concluídas em dezembro de 2026

A FS, uma das maiores produtoras de etanol e nutrição animal do Brasil, anunciou nesta quinta-feira, 24, a construção da quarta unidade da companhia. As obras em Campo Novo do Parecis (MT) iniciaram em junho deste ano e deverão ser concluídas em dezembro de 2026.

Com investimento previsto de R$ 2 bilhões, a nova planta deve ter capacidade para produzir, anualmente, 540 milhões de litros de etanol, 350 mil toneladas de coprodutos para nutrição animal, 69 mil toneladas de óleo técnico de milho e 56 mil MWh de energia elétrica.

“A implantação da nova unidade da FS segue o nosso plano de expansão de fornecimento de biocombustíveis e alimentos sustentáveis e de baixa pegada de carbono para o Brasil e o mundo”, disse o CEO da FS, Rafael Abud.

Durante as obras, a unidade deve gerar 600 empregos diretos e oito mil indiretos. “A decisão pelo investimento na planta de Campo Novo do Parecis foi potencializada pela aprovação do projeto Combustível do Futuro, que resultou no E30 e, em breve, permitirá o E35”, completa Abud.

A FS já possui outras três unidades em atividade nos municípios de Lucas do Rio Verde, Sorriso e Primavera do Leste, todas no estado de Mato Grosso. Segundo a companhia, o plano de expansão contempla ainda uma quinta unidade industrial, em Querência (MT), onde a empresa já iniciou trabalhos de preparação, como terraplanagem e infraestrutura básica.

Com capacidade produtiva de mais de 2,5 bilhões de litros de etanol por ano, a FS afirma que utiliza apenas milho de segunda safra. “Isso torna esse biocombustível ainda mais sustentável, uma vez que maximiza o uso de áreas agrícolas já abertas. Além disso, a geração de combustível renovável em um sistema integrado à produção de alimento, proporciona ganhos ambientais, sociais e econômicos”, relata a companhia, em nota.