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Figliolino, do Itaú BBA, fala sobre recuperação, estoques, dívidas e os impactos sobre as usinas


NovaCana - Publicado: 22 Set 2015 - 11:04 | Atualizado: 22 Set 2015 - 11:39

Comandando uma carteira de clientes que corresponde a 70% da produção de álcool e açúcar do Centro-Sul, o diretor de agronegócios do Itaú BBA, Alexandre Figliolino, é uma das figuras mais respeitadas do setor. No mercado sucroalcooleiro, suas opiniões repercutem fortemente e ajudam na tomada de decisões de algumas das maiores empresas do ramo.

Em entrevista exclusiva ao portal novaCana.com, Figliolino analisou a conjuntura atual, tratando do rebaixamento do rating soberano brasileiro e seu impacto no setor sucroenergético, do endividamento dos grupos e sua relação com a taxa cambial.

Para o executivo o efeito do dólar sobre dívida, acabará compensado por uma receita de exportação maior e há uma brecha que poderá abrir espaço para o aumento da Cide.

Levando em consideração que 11 instituições bancárias brasileiras foram rebaixadas na esteira do downgrade do rating soberano do Brasil, não restam dúvidas de que dificuldades adicionais ao crédito vão surgir para as usinas.

Entre os afetados estão...


Conheça a seguir os argumentos de Figliolino e sua opinião sobre os principais pontos de impacto sobre as usinas:

- Os argumentos que fazem o banco apostar numa recuperação do setor.

- “Dívida é que nem colesterol: há a boa e a ruim.”

- Impacto do cenário atual: efeito imediato (ruim) e de longo prazo (bastante positivo).

- A visão do executivo sobre a estratégia de carregar estoques

- A brecha para a reconsideração da Cide


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