Financeiro

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Ferrari desembolsa R$ 161 milhões para aquisição da usina Leme, calcula S&P Global

Após conclusão do processo de compra da unidade, sucroenergética teve sua nota elevada pela agência de classificação de risco


NovaCana - Publicado: 03 Fev 2026 - 09:28

Ganhos de sinergias e fluxo de dividendos: é desta forma que a S&P Global Ratings resume como a compra da usina Leme, localizada no município homônimo, deve afetar a Ferrari Agroindústria. O anúncio da aquisição da unidade da Raízen – feita em parceria com a Agromen – aconteceu em maio do ano passado; na época, o valor divulgado era de R$ 425 milhões.

De acordo com relatório apresentado pela S&P nesta quarta-feira, 28, após a conclusão do negócio, o valor total da transação corrigido pelo Certificado de Depósito Interbancário (CDI) foi para R$ 448 milhões em novembro de 2025. Ao mesmo tempo, a Ferrari e o Vale do Verdão tinham direito à totalidade da geração de caixa da usina na safra 2025/26, calculada em R$ 126 milhões. Após essa dedução, o desembolso feito por cada companhia foi de R$ 161 milhões.

“Esperamos que a empresa [Ferrari] se beneficie de redução de custos corte, transbordo e transporte (CTT), ganhos logísticos e vantagem competitiva para compra de cana-de-açúcar de terceiros e contratos de arrendamento”, detalha a S&P.

Com o movimento, a agência de classificação de risco elevou a nota da Ferrari em escala nacional – como previsto em maio –, de A+ para AA-. Além disso, a perspectiva foi alterada de positiva para estável, indicando que não são esperadas novas mudanças na avaliação em breve.

Saiba mais no texto completo (exclusivo para assinantes NovaCana):

- Cluster da Ferrari em Ribeirão Preto
- Perspectivas da S&P para a sucroenergética
- Avaliação e saldo de emissão de CRAs


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