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Fechamento de unidade da Dedini seria catastrófico, diz sindicalista

dediniPossível fechamento da unidade da Dedini em Sertãozinho (SP), prevista no plano de recuperação judicial da companhia, foi considerado "catastrófico" pelo secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos da cidade, Plinio de Souza

Agência Estado 2 min de leitura

O possível fechamento da unidade da Dedini Indústria de Base em Sertãozinho (SP), prevista no plano de recuperação judicial da companhia, foi considerado "catastrófico" pelo secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos da cidade do interior paulista, Plinio de Souza.

"Ainda estamos assimilando a notícia e certamente vamos acionar o jurídico para tomar alguma posição e evitar isso", disse. A unidade, que já teve 3 mil funcionários no passado, hoje possui apenas 400 empregados na produção de bens de capital.

Além da venda de ativos para pagar, em 12 anos, o passivo de R$ 175 milhões sujeito à recuperação judicial, a Dedini espera fechar a fábrica de Sertãozinho e concentrar as operações em Piracicaba (SP), sua sede. Do valor total, a empresa espera pagar R$ 32 milhões em créditos trabalhistas no primeiro ano caso seja aprovado o plano de recuperação judicial e ainda R$ 20 milhões em rescisões contratuais.

Segundo representantes do Sindicato dos Metalúrgicos de Piracicaba (SP), uma reunião com a consultoria Deloitte, administradora judicial da Dedini, estaria prevista para esta semana. A consultoria, procurada, não se manifestou.

Gustavo Porto

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