Começa a se firmar a percepção de que o setor sucroenergético está no início de um processo de retomada, alavancado pelas empresas que vêm fazendo a lição de casa e cuidando bem das atividades agrícolas e industriais.
No entanto, fora deste grupo de usinas bem estruturadas estão muitas empresas com problemas estratégicos. A falta de cuidado com o campo, com as máquinas e com as dinâmicas do mercado podem levar quem já estava mal a situações ainda piores.
O desleixo na lida com o campo e a ânsia em processar a maior quantidade de cana possível traz consequências que as usinas nem sempre avaliam plenamente.
“O usineiro fala que tem de reduzir ociosidade da planta, moer, moer, moer. Mas não está olhando para a otimização dos processos e nem sob a ótica do dispêndio agrícola.”
A seguir:
- A falta de sinergia entre o campo e a indústria
- Expectativa inicial sobre o encerramento da próxima safra (2016/17)
- A estratégia de compra de suprimentos e a influência do preço do petróleo
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