
Segundo o IAC, apesar do aumento da procura pelo método, as mudas pré-brotadas de cana-de-açúcar ainda têm participação pouco expressiva
Já se passaram sete anos desde que a tecnologia de mudas pré-brotadas (MPB) ganhou notoriedade no setor sucroenergético. A promessa era que o sistema revolucionaria o modo de se plantar cana-de-açúcar no Brasil.
Quando o Instituto Agronômico (IAC), em São Paulo, começou a divulgar mais intensamente a técnica, desenvolvida desde 2009, a expectativa era de que o novo método elevaria em até 40% a produtividade da cana-de-açúcar. A notícia foi considerada um alento para o agronegócio canavieiro em momento de crise.
No entanto, o tempo passou e os problemas no campo permaneceram. As empresas ainda precisam melhorar muito os resultados e a produtividade média dos canaviais apresentou queda nas últimas cinco safras.
Dois importantes centros de pesquisa com a cana no Brasil confirmam que, apesar do aumento da procura pelo método em anos mais recentes, as mudas pré-brotadas ainda têm participação pouco expressiva no modo de produção do campo.
A razão que restringe a progressão dessa tecnologia para escala comercial é a mesma que faz a técnica ser tão promissora. Veja os detalhes na reportagem abaixo.
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