O segundo trimestre da safra 2019/20 foi bom para a Raízen Energia. O desempenho da companhia foi destacado por sua controladora, a Cosan, como um dos principais fatores para a expansão dos resultados do conglomerado, que alcançou um lucro líquido de R$ 819 milhões no período de julho a setembro de 2019.
Além disso, em relatório sobre a Cosan, analistas do banco BTG Pactual afirmaram que o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da divisão sucroenergética ficou 27% acima do esperado pela instituição. De acordo com eles, esse resultado foi possível devido ao preço médio de R$ 2,18 para o litro de etanol, que foi 23,3% superior ao valor registrado um ano antes.
Ao mesmo tempo, os analistas do BTG também observam que a quantidade total de açúcar total recuperável (ATR) da companhia está abaixo das suas estimativas, que previam a disponibilidade de 5,2 milhões de toneladas. Os resultados, por sua vez, apontam para a geração de 3,8 milhões de toneladas, uma elevação de 7,1% no comparativo anual.
De qualquer forma, os analistas esperam que o próximo trimestre traga uma maior quantidade de matéria-prima e uma consequente elevação na produção.
Para uma melhor compreensão dos números da Raízen Energia, o novaCana disponibiliza 35 gráficos exclusivos, elaborados a partir dos dados divulgados pela Cosan. Assim, os resultados financeiros, industriais e agrícolas do segundo trimestre da temporada podem ser vistos em contexto, na comparação com as últimas cinco safras.
As informações que fazem parte do levantamento incluem:
- Evolução financeira
- Moagem acumulada e por trimestre
- Mix de produção
- ATR
- Produtividade
- Origem da cana
- Nível de mecanização
- Etanol e açúcar: produção, volume vendido, receita e preço médio
- Cogeração: energia vendida, receita e preço médio
- Estoques de etanol e açúcar: por volume e por valor de mercado
- Destino da produção ao longo da safra: mercado externo e interno
- Receita operacional
- Composição das vendas
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