O cenário mudou e a indústria dos biocombustíveis precisa mudar. A mensagem do pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) José Vitor Bomtempo Martins é inequívoca. Ele defende a existência de um ambiente de transformação no setor de etanol, no qual as respostas convencionais não atendem mais às demandas. Isso significa que os aumentos de produtividade, como uma resposta à perda de competitividade do etanol frente à gasolina, por exemplo, é uma medida insuficiente.
Veja a seguir:
- As quatro variáveis fundamentais deste novo modelo para o setor
- As incertezas sobre matéria-prima e tecnologia de conversão
- As novas possibilidades de produtos e modelos de negócios
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