Por Décio Gazzoni
Há uns 30 anos, havia um biocombustível e uma matéria prima: bioetanol e cana-de-açúcar. Então os americanos resolveram produzir bioetanol de milho e os europeus de beterraba. Depois de trigo e cevada. Na sequência veio o biodiesel de óleos vegetais, seguido pelo uso de gorduras animais. Mais recentemente a pauta mudou para bioetanol celulósico, biobutanol, diesel vegetal, biogasolina, bioquerosene e por aí afora. Que bom que assim seja, mostra o dinamismo do setor, a aceitação pelo mercado, as oportunidades que se multiplicam.
No entanto, há uma ameaça embutida:
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