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EUA divulgam números finais da cota extra de exportação de açúcar para 2016 e 2017

acucar-colherPara 2017, República Dominicana ficou com a maior fatia e Brasil em segundo lugar

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No total, considerando o Brasil e outros 39 países exportadores de açúcar, os EUA deverão facilitar a entrada de 1,12 milhão de toneladas do adoçante no país. Esse número inclui apenas o açúcar bruto, mas o país também possui políticas de isenção fiscal para o produto refinado, açúcares especiais e produtos contendo açúcar.

O número foi definido pelo governo do país como a quantidade mínima sujeita a isenções tarifárias.

Além de definir as cotas para a próxima safra, o USTR também revisou as cotas adicionais para a temporada 2015/16, que termina em 30 de setembro.

Todos os anos, os Estados Unidos determinam uma quantidade mínima de açúcar que deve ser comprada dos principais países produtores por tarifas reduzidas, seguindo regras estipuladas pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

No Brasil, esse montante é dividido entre os produtores dos estados da região Norte-Nordeste, conforme especificações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Com os novos números um novo rateio deve ser feito pelo Mapa.

Os detalhes e a tabela dos principais exportadores podem ser vistos a seguir.

Entre outubro de 2016 e setembro de 2017, o Brasil deve exportar pelo menos 152,7 mil de toneladas de açúcar para os Estados Unidos. O número foi definido pelo governo do país como a quantidade mínima sujeita a isenções tarifárias.

No total, considerando o Brasil e outros 39 países exportadores de açúcar, os EUA deverão facilitar a entrada de 1,12 milhão de toneladas do adoçante no país. Esse número inclui apenas o açúcar bruto, mas o país também possui políticas de isenção fiscal para o produto refinado, açúcares especiais e produtos contendo açúcar.

Todos os anos, os Estados Unidos determinam uma quantidade mínima de açúcar que deve ser comprada dos principais países produtores por tarifas reduzidas, seguindo regras estipuladas pela Organização Mundial do Comércio (OMC). Para 2017 foi mantido o mesmo valor da temporada anterior, que é justamente o mínimo estabelecido pela OMC.

Segundo o United States Trade Representative (USTR), equivalente ao Ministério do Comércio Exterior, as cotas foram estabelecidas com base no histórico de exportação de açúcar de cada país para os EUA. Dessa forma, o Brasil ocupa a segunda posição com 13,7% das cotas, perdendo apenas para a República Dominicana, que deverá exportar 185,3 mil toneladas aos Estados Unidos (16,6%).

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Outros países que são tradicionais produtores de açúcar – mas ficam mais longe geograficamente dos Estados Unidos – ficaram em posições mais distantes. A Tailândia ocupa a 15ª posição com 14,7 mil toneladas (1,3%) e a Índia está em 28º lugar, com 8,4 mil toneladas (0,8%).

No Brasil, esse montante é dividido entre os produtores dos estados da região Norte-Nordeste, conforme especificações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Cota adicional para 2016

Além de definir as cotas para a próxima safra, o USTR também revisou as cotas adicionais para a temporada 2015/16, que termina em 30 de setembro. Foram adicionadas 127 mil toneladas à meta inicial de 1,12 milhão de toneladas. Na safra 2014/15, as cotas adicionais foram 24% maiores, chegando a 157,9 mil toneladas.

Assim como ocorre no estabelecimento do rateio inicial, o histórico de envio de açúcar de cada país é analisado. Nesse caso, a sazonalidade da safra beneficiou o Brasil, que ficou encarregado de 20,8 mil toneladas adicionais – ou 16,4% do total das cotas adicionais. Nesse caso, o Mapa já fez o rateio de 13,1 mil toneladas, conforme cálculo divulgado em abril.

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Considerando exclusivamente as cotas adicionais para a safra 2015/16, a Tailândia ficou novamente em 15º lugar, com 2 mil toneladas (1,6%), enquanto a Índia ocupa a 26ª posição com 1,1 mil toneladas (0,9%).

Renata Bossle – NovaCana

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