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Etanol de milho “deu uma lavada” no de cana, afirma analista do BTG Pactual

Cálculos do banco apontam que produção do biocombustível a partir do cereal é mais competitiva, mas açúcar é capaz de proporcionar maior margem de lucro para as usinas

NovaCana 4 min de leitura

A tendência de expansão dos biocombustíveis de milho deve continuar nos próximos anos. De acordo com o analista de equity do BTG Pactual, Thiago Duarte, a perspectiva é que, em 2027, aproximadamente um terço do etanol produzido no Brasil seja proveniente do grão.

Mas esta projeção, divulgada durante a Conferência NovaCana 2024, depende que todos os projetos em análise ou já habilitados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entrem em operação.

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