Graças a uma nova geração de supercomputadores mais velozes, as atuais simulações por computador vêm abrindo mundos até então desconhecidos a cientistas de todas as áreas. Essas potentes máquinas são usadas para tudo: desde entender o funcionamento das proteínas até responder perguntas sobre a origem das galáxias. E os dados que às vezes geram chegam a surpreender até os pesquisadores que estão diante da tela, como aconteceu recentemente no Laboratório Nacional de Energias Renováveis (NREL) do Departamento de Energia dos Estados Unidos.
"O que eu vi foi algo completamente inesperado", disse o engenheiro do laboratório.
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