Em 2014, o rigoroso Padrão de Combustíveis de Baixa Emissão de Carbono (LCFS) classificou o etanol celulósico produzido pela GranBio como o mais limpo do mundo, ou seja, que emite menor quantidade de CO2 para ser produzido e consumido.
Contudo, o LCFS sofreu uma grande revisão que incluiu diversas mudanças nas bases de cálculo das intensidades de carbono (CI). Enquanto as usinas de etanol de primeira geração receberam valores menores para as CIs de seus caminhos de produção, as de segunda geração viram um aumento do índice. E o maior impacto atingiu a brasileira Bioflex, unidade controlada pela GranBio.
Na comparação com as usinas de primeria geração, o etanol celulósico ainda é mais vantajoso, mas a larga vantagem se perdeu e a concorrência para exportar o produto agora será mais bem apertada.
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