2ª Geração

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Etanol celulósico na encruzilhada: gargalos continuam e usinas atingem, em média, apenas 7% da capacidade

Produção efetiva estimada de etanol de segunda geração por usina demonstra que as companhias ainda enfrentam um caminho pedregoso que as impede de acelerar. Perspectivas podem ser consideradas positivas, mas ainda não se sabe como resolver os problemas


NovaCana - Publicado: 31 Mai 2017 - 10:41

As usinas de etanol de segunda geração (E2G) em larga escala registraram poucos avanços no último ano e ainda lutam para tentar levar a taxa de utilização das unidades para níveis acima de 10%. O novaCana ouviu que a principal dificuldade é a mesma desde o princípio: problemas de engenharia na alimentação do reator de pré-tratamento.

O portal conversou com uma das empresas de consultoria que mais pesquisa o assunto, e que, no ano passado, apresentou um amplo estudo sobre os custos de produção das principais usinas de etanol celulósico do mundo.

Com a carência de novidades no último ano, não se prevê nenhuma aceleração significativa em 2017. Em 2018, contudo, o cenário pode começar a apresentar mudanças, mas não necessariamente positivas. A declaração seguinte do analista da empresa deixa evidente o momento de encruzilhada que a tecnologia se encontra.

A conversa a seguir revela uma visão sobre o desenvolvimento da tecnologia em face às dificuldades atuais.

Leia mais:

- Comentários sobre as usinas atualmente em operação: Raízen, GranBio, Poet-DSM, Dupont, Beta Renewables, Quad County e Edeniq
- Os riscos do negócio para Raízen e GranBio são diferentes
- Estimativa de produção de etanol celulósico em 2015 e 2016 por usina
- Perspectivas para o etanol de segunda geração no curto-prazo
- As dificuldades da Beta Renewables na Itália, uma das unidades mais antigas
- Já começa a surgir a ideia de abordagens completamente novas


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