As usinas de etanol de segunda geração (E2G) em larga escala registraram poucos avanços no último ano e ainda lutam para tentar levar a taxa de utilização das unidades para níveis acima de 10%. O novaCana ouviu que a principal dificuldade é a mesma desde o princípio: problemas de engenharia na alimentação do reator de pré-tratamento.
O portal conversou com uma das empresas de consultoria que mais pesquisa o assunto, e que, no ano passado, apresentou um amplo estudo sobre os custos de produção das principais usinas de etanol celulósico do mundo.
Com a carência de novidades no último ano, não se prevê nenhuma aceleração significativa em 2017. Em 2018, contudo, o cenário pode começar a apresentar mudanças, mas não necessariamente positivas. A declaração seguinte do analista da empresa deixa evidente o momento de encruzilhada que a tecnologia se encontra.
A conversa a seguir revela uma visão sobre o desenvolvimento da tecnologia em face às dificuldades atuais.
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