Um ano atrás, logo após as primeiras usinas de etanol celulósico em larga escala serem inauguradas pelo mundo, a Novozymes evidenciou que a tecnologia enfrentava mais problemas para alcançar escala do que havia sido antecipado.
Agora, uma nova perspectiva estabelecida pela empresa alerta que o momento delicado de um ano atrás ficou mais problemático.
Confira a seguir a nova visão da Novozymes —parceira de alguns dos principais players do mercado, como a Beta Renewables, Raízen, GranBio e POET — sobre o desenvolvimento do etanol celulósico no mundo e as explicações que motivaram o segundo reajuste em menos de um ano.
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