
Peça chave na produção do etanol de segunda geração (2G), o custo das enzimas – microorganismos responsáveis pela “desconstrução” da biomassa em açúcares – é um dos principais gargalos na busca pela viabilidade economica do novo combustível.
O custo das enzimas representa cerca de 20 a 25% do custo total de produção do etanol celulósico, percentual que “dificilmente será reduzido”, de acordo com José Geraldo Pradella, líder do projeto de etanol celulósico no CTBE.
“Você pode reduzir o custo de outras coisas, como a matéria-prima, otimizar a produção de etanol, usar um pré-tratamento - que é um investimento alto - mais eficiente. Mas é preciso haver alguns breakthroughs. De um jeito ou de outro, acabamos caindo num limite mínimo.”
Veja a seguir detalhes sobre os planos do CTBE e da Novozymes para reduzir o preço das enzimas para as usinas.
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