O mercado de etanol da Califórnia se tornou interessante para os produtores brasileiros a partir do momento em que o Conselho de Qualidade do Ar da Califórnia (Carb) resolveu criar um programa que obrigaria as companhias a comercializarem combustíveis com cada vez menos impacto ambiental, um aspecto calculado por meio da intensidade de carbono (CI) dos caminhos de produção.
Desde a criação do Padrão de Combustíveis de Baixo Carbono (LCFS), em 2011, no entanto, o etanol de cana-de-açúcar e o etanol de melaço corresponderam a menos de 5% do total de créditos de carbono gerados pelo LCFS. Ainda assim, ainda há esperança para as usinas brasileiras.
Em 2016, o objetivo é uma redução das CIs em 2% na comparação com 2011. Para 2017, a redução deverá ser de 3,5%, seguindo para 5% em 2018, 7,5% em 2019 e 10% em 2020.
“Em outras palavras, metade da redução de CI está concentrada nos últimos dois anos do cronograma do LCFS”
Para lidar com essas metas, há dois caminhos claros: um bom para as usinas brasileiras, outro nem tanto.
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