Cana: Meio ambiente

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Etanol, cana, açúcar e bioeletricidade: como o setor evoluirá se o Brasil conseguir cumprir as metas da COP21

Desafio imposto pelas metas climáticas é maior do que as projeções já realizadas pelo setor de etanol e deve destravar investimentos em uma escala enorme


NovaCana - Publicado: 01 Dez 2016 - 09:55 | Atualizado: 01 Dez 2016 - 10:55

Para atingir as metas estipuladas na Conferência do Clima de Paris (COP 21) e já assinadas pelo Presidente Michel Temer, a projeção oficial do governo brasileiro para a produção de etanol em 2030 é de 54 bilhões de litros. O número corresponde a um aumento de mais de 90% em relação aos 28,2 bilhões de litros registrados na safra passada.

Contudo, não existe um planejamento estratégico formal sobre como a produção será estimulada. O RenovaBio 2030 — programa do novo governo para estimular os biocombustíveis— está em fase inicial e nos próximos meses deve definir as bases para o desenvolvimento do setor sucroenergético para os próximos 14 anos.

Como o RenovaBio estimulará os investimentos no setor é o desafio que o governo está atacando. Porém, mais fácil é desvendar o que precisará acontecer com os canaviais e a industria sucroenergética nos próximos anos para o Brasil cumprir as metas da COP21.

A consultoria Agroícone se debruçou sobre o assunto e apresentou como o mercado de açúcar, etanol e bioeletricidade vai se alterar se o Brasil tiver êxito em sua promessa.

Saiba mais:
- Investimentos agrícolas e industriais necessários para o cumprimento das metas
- Estimativas de moagem e de produção de etanol, E2G e bioeletricidade – considerando o mercado e as NDCs
- Possibilidades trazidas pelo novo mercado de carbono


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