O número acrescenta um prejuízo considerável ao histórico de rombos nas contas da companhia com a divisão de biocombustíveis. Esse é o segundo pior resultado trimestral da companhia desde 2010. O resultado apenas não supera os R$ 503 milhões de prejuízo no último trimestre de 2015 – o maior em um trimestre em todos os anos do braço de renováveis da estatal.
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