Consultoria analisou taxação dos EUA e impactos para o setor sucroenergético; para diretor, adoçante deve se manter mais rentável que o biocombustível
O setor sucroenergético está atento para o desenrolar da safra 2025/26. O diretor da Datagro, Guilherme Nastari, trouxe as perspectivas da consultoria na segunda reunião do grupo fitotécnico do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) que ocorreu em abril.
Nastari reforça que as chuvas vistas entre o final de 2024 e fevereiro deste ano trouxeram boas perspectivas para a cana-de-açúcar. Desta forma, a consultoria está otimista para a temporada. Em sua apresentação, ele também analisou a moagem e a produção de açúcar e etanol até o começo de abril, tanto para a região Centro-Sul quanto para a Norte-Nordeste.
Ao examinar a safra, o diretor da Datagro desenhou um amplo contexto, passando pelo momento atual de mercado, pelos preços dos produtos e, também, pelas perspectivas para a fabricação global de açúcar. Uma das grandes dúvidas neste início de safra, segundo ele, é em relação a instabilidade internacional, com o aumento das taxas de importação dos Estados Unidos.
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