Num momento em que etanol voltou a ser o queridinho dos consumidores brasileiros, principalmente dos que moram em estados próximos aos centros produtores, as exportações poderiam somar-se, dando um bem-vindo alívio ao combalido caixa das companhias do setor sucroenergético.
O novo mandato norte-americano, entretanto, voltou a colocar as projeções dos empresários e analistas em uma encruzilhada —ainda que se considere o peso positivo de movimentos como a valorização do dólar e do aumento do prêmio para créditos RIN (Renewable Identification Number).
As oportunidades e restrições para a exportação no segundo semestre na opinião de especialistas do setor:
- Luís Roberto Pogetti: como devem ser as exportações da Copersucar.
- Glaucio Oliveira, da ADN Corretora, opina sobre cenário atual e as condições para uma reversão.
- Enrico Biancheri, da Biosev, fala sobre os novos mercados para o etanol brasileiro e as condições nos EUA.
- Alexandre Figliolino, do Itaú BBA, relaciona janelas de oportunidades com alguns indicadores.
- Jose Luiz Olivério, da Dedini ressalta a importância do longo prazo ao se pensar em exportação.
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
VEJA COMO É FÁCIL E RÁPIDO ASSINAR