A geração de energia da biomassa apresentou um crescimento vigoroso para o mês de outubro
A geração de energia da biomassa apresentou um crescimento vigoroso para o mês de outubro.
A geração de energia da biomassa apresentou um crescimento vigoroso para o mês de outubro. No período foram entregues ao sistema elétrico nacional 3.570 MW médios, geração 25,3% superior ao mesmo período de 2013 quando foram registrados 2.849 MW médios, conforme dados Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
Após setembro apresentar decréscimo na variação mensal e crescimento mais modesto em relação ao mesmo período do ano passado, na comparação com outubro deste ano houve um crescimento de 5,4%. O bagaço de cana-de-açúcar é o principal combustível das térmicas à biomassa e responde por cerca 80% da bioeletricidade fornecida ao país.

Em outubro a capacidade instalada das unidades de biomassa em operação comercial chegou a 9.875 MW, com 218 térmicas em funcionamento. No período, o fator de capacidade, medida que considera a relação entre a geração no ponto de conexão e a capacidade das unidades geradoras em operação comercial, foi de 0,36, contra 0,35 em setembro. O aumento de garantia física em relação a dezembro de 2013 foi de 6,3%, para 1.750 MW médios.
Ante a geração total 63.829 MW médios, a biomassa teve uma participação de 5,6%.

Cogeração nova
Conforme o acompanhamento realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em outubro entraram em operação 209,57 MW de potência nova, sendo 62,7 MW de dois projetos de cogeração do setor sucroenergético.
Começou a operar a UTE Bioflex Caeté, nova unidade de cogeração da Cia Energética São Miguel dos Campos, sociedade entre a GranBio e grupo Carlos Lyra, que abastece com 30,7 MW de potência a primeira usina de etanol de segunda geração do Brasil, em Alagoas.
A UTE Tropical Bioenergia, usina da BP Biocombustíveis em Edéia (GO), colocou em operação comercial 40 MW novos, elevando a potência da térmica para 80 MW.
Amanda SchArr – NovaCana