Setor apresenta forte crescimento na geração a partir da biomassa e duas térmicas começaram a funcionar com bagaço de canaO crescimento da geração de energia pelas térmicas de biomassa, que tem como principal fonte o bagaço de cana-de-açúcar, continuou a registrar forte crescimento em maio.
Maio ainda foi marcado pela entrada em operação de duas novas unidades de produção de energia a partir do bagaço de cana no interior de São Paulo.
O crescimento da geração de energia pelas térmicas de biomassa, que tem como principal fonte o bagaço de cana-de-açúcar, continuou a registrar forte crescimento em maio, ainda sob efeito do início da safra canavieira. Conforme a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), no mês foram exportados 3.038 MW médios para o no Sistema Interligado Nacional (SIN), ante 2.049 MW médio registrados em maio de 2013, uma expansão 21,6%.
Em relação a abril, mês que marca o início da safra, o crescimento foi de 82,7%, reflexo do início de moagem tardio em muitas usinas devido às adversidades climáticas e dificuldades financeiras, que retardaram a manutenção da indústria.

A energia foi gerada por 206 usinas à biomassa (das 483 cadastradas na ANEEL), com capacidade instalada de 9.180 MW (da potência total de 11.860 MW).
As usinas de biomassa participaram com 5% da geração total de energia elétrica. Incluindo todas as fontes, a geração total teve queda de 2,8% na comparação com abril, passando de 62.716 MW médios para 60.978 MW médios. A causa dessa variação está na menor produção das hidrelétricas.

Novas unidades entram em operação
Em maio houve aumento de 3,5% na garantia física das térmicas a biomassa, em relação a dezembro de 2013, devido à entrada de três unidades geradoras em operação comercial, conforme a CCEE, a maioria destinadas ao ambiente de contratação livre (ACL).
Das novas unidades em operação comercial duas são alimentadas com bagaço de cana-de-açúcar de usinas do interior paulista. A Usina Açucareira Furlan recebeu liberação para a UTE Furlan Avaré, com 30 MW de potência, iniciasse a exportação de excedente em 22 de maio.
Já a Guarani teve liberada a operação comercial da UTE Guarani-Tanabi, com 38 MW instalados, na metade de maio.

Amanda SchArr - NovaCana
Maio ainda foi marcado pela entrada em operação de duas novas unidades de produção de energia a partir do bagaço de cana no interior de São Paulo.
O crescimento da geração de energia pelas térmicas de biomassa, que tem como principal fonte o bagaço de cana-de-açúcar, continuou a registrar forte crescimento em maio, ainda sob efeito do início da safra canavieira. Conforme a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), no mês foram exportados 3.038 MW médios para o no Sistema Interligado Nacional (SIN), ante 2.049 MW médio registrados em maio de 2013, uma expansão 21,6%.
Em relação a abril, mês que marca o início da safra, o crescimento foi de 82,7%, reflexo do início de moagem tardio em muitas usinas devido às adversidades climáticas e dificuldades financeiras, que retardaram a manutenção da indústria.

A energia foi gerada por 206 usinas à biomassa (das 483 cadastradas na ANEEL), com capacidade instalada de 9.180 MW (da potência total de 11.860 MW).
As usinas de biomassa participaram com 5% da geração total de energia elétrica. Incluindo todas as fontes, a geração total teve queda de 2,8% na comparação com abril, passando de 62.716 MW médios para 60.978 MW médios. A causa dessa variação está na menor produção das hidrelétricas.

Novas unidades entram em operação
Em maio houve aumento de 3,5% na garantia física das térmicas a biomassa, em relação a dezembro de 2013, devido à entrada de três unidades geradoras em operação comercial, conforme a CCEE, a maioria destinadas ao ambiente de contratação livre (ACL).
Das novas unidades em operação comercial duas são alimentadas com bagaço de cana-de-açúcar de usinas do interior paulista. A Usina Açucareira Furlan recebeu liberação para a UTE Furlan Avaré, com 30 MW de potência, iniciasse a exportação de excedente em 22 de maio.
Já a Guarani teve liberada a operação comercial da UTE Guarani-Tanabi, com 38 MW instalados, na metade de maio.

Amanda SchArr - NovaCana